SEEG Monitor Elétrico

Dando aprofundamento ao Sistema de Estimativa de Emissões de Gases de Efeito Estufa (SEEG), o Instituto de Energia e Meio Ambiente (IEMA) apresenta o SEEG Monitor Elétrico, desenvolvido numa parceria com o Greenpeace e o Observatório do Clima.

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O SEEG Monitor Elétrico é uma plataforma web que visa disponibilizar informações constantemente atualizadas que subsidiem o estudo e a avaliação do setor elétrico brasileiro e as emissões de gases de efeito estufa (GEE) a ele associadas. Essas informações consolidadas e sistematizadas podem ampliar a compreensão do usuário quanto à dinâmica do uso dos recursos naturais na geração de eletricidade no país e dos impactos ambientais relacionados, sendo destinadas aos agentes públicos, às organizações da sociedade civil, à comunidade acadêmica e ao público em geral.

Em sua primeira versão, a plataforma traz os dados históricos diários da geração de eletricidade de usinas conectadas ao Sistema Interligado Nacional (SIN), com início em 2009, acrescidos diariamente e oriundos do Operador Nacional do Sistema (ONS). Os dados são detalhados por subsistema do SIN, por fonte energética (e fonte primária energia). Além disso, assim como no SEEG, o Monitor estima as emissões de GEE oriundas do setor – dióxido de carbono (CO2), metano (CH4), óxido nitroso (N2O), óxidos de nitrogênio (NOx), monóxido de carbono (CO) e compostos orgânicos voláteis não-metânicos (COVNM). Hoje, a plataforma permite ao usuário, a partir de gráficos interativos, acompanhar a evolução da energia demandada no SIN, a participação das fontes energéticas na matriz elétrica, as emissões de GEE e a intensidade de emissões de GEE (por unidade de energia gerada). É possível também baixar a base de dados contendo todos os dados de emissões e geração de eletricidade.

Como exemplo analítico a partir dos dados do Monitor, é possível dizer que as emissões associadas à geração elétrica do SIN, que cresceram rapidamente nos últimos 3 anos, provavelmente apresentarão um decréscimo no último ano, conforme mostra o gráfico a seguir.

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Também é possível observar que as condições hidrológicas desfavoráveis ao despacho hidrelétrico nos últimos anos afetaram principalmente os subsistemas Sudeste/Centro-Oeste (SE/CO) e Nordeste (NE).

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